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sábado, 6 de novembro de 2010

Quanto tempo

Ola...
O tempo passa mesmo? Estou tem quase um mês que não entro no blog. Tenho que voltar a ler as poesias de Mel Diniz. Uma delas diz que quando não estamos vendo o tempo passar significa que não estamos vivendo. Isso é a mais pura verdade. Mas a Mel também está sumida. Não tem escrito quase nada. Na verdade ela encontrou com uma grande amiga, a Birdy e juntas estão escrevendo um livro, acho eu. Não quero estar aqui fazendo fofoca, mas só sei que Mel tem escrito pouquissimos poemas. A propósito hoje vou postar um.
Vou indo, mas desta vez não prometo visitar mais vezes, mas farei o possível.

Bijinhos...
Hoje assino como Roberta, a melhor amiga de Mel Diniz

Viver como ninguém

(Mel Diniz)

Nunca viva a espera que o mundo lhe ofereça rosas
Ofereça você rosas ao mundo
Não espere que alguém lhe estenda a mão
Estenda você à mão a alguém
Experimente viver sem esperar
Experimente andar na contra mão
E assim descobrir em que mão está.
O mundo é tão lindo e a vida tão bela
Vamos amar e correr por entre as flores sem desviarmos dos espinhos,
Vamos retirando cada um que encontrarmos no jardim da vida.
Não importa quantas vezes vamos tropeçar e sim como vamos nos levantar.
É importante vencermos os obstáculos, retirá-los do caminho
Assim se tivermos que voltar à estação onde pegamos o primeiro trem
Não o encontraremos mais
Mas se não retirarmos do caminho e apenas desviarmos, mesmo não voltando à primeira estação, com certeza encontraremos com ele adiante, mas desta vez mais fortalecido, tornando-se cada vez mais complicado.
Chega um ponto que teremos que enfrentá-lo e quanto mais desviarmos dele no caminho, mais ele se fortalece e nos entristece.
Vamos amar, vamos correr
Vamos brincar, pular, gargalhar,
Vamos chorar, vamos acreditar,
Vamos viver cada segundo que nos pertence
E a melhor maneira é a maneira que nos faz bem e só nós sabemos como é.
Então viva como queiras e seja feliz!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Olá!

Quero compartilhar a alegria que trago no peito. Algo tão mágico que é impossível traduzir em palavras. Por mais que eu tente, não consigo. Até escrevi um poema que vou postá-lo a seguir. Tanta felicidade só pode ser acompanhada com novidade. Vou começar a inserir contos no meu blog. Na verdade vou começar inserir capítulos de uma linda história de amor.
Sabe, tudo tem sua hora e nada acontece por acaso. Lembra que comentei que estava sem inspiração? Pois esta fase acabou. É verdade! Mas não posso dizer por que, pelo menos por enquanto. Um dia, quem sabe, posso vir a partilhar.
Não tenho data certa para começar a postar, pois o trabalho me está “locauteando”, mas estou sabendo dosar. Agora dei uma pausa para bater um papo com o leitor, mais cedo fui fazer caminhada. E por falar em caminhada, nem conto. Adquiri um grande vício, mas desta vez saudável. É verdade. Estou ficando viciada em caminhada. Por duas vezes tentei faltar, mas parece que o Parque do Sabiá tem imã e não permite que eu deixe de ir. Nossa como estou tendo prazer em dedicar esta hora para mim. Vale à pena! Hoje consegui reduzir 10 minutos no percurso e com isso atingi a minha primeira meta. Agora o desafio será fazer os 5km e 200m em 44 minutos.
Agora vou voltar a trabalhar. Mas prometo não ficar muito tempo.
Beijos

O despertar de um vulcão

(Mel Diniz)
Perco-me nas palavras ao tentar expressar o que meu coração sente.
Se bem que sentimento não explica, simplesmente sente.
Me sinto como um vulcão que estava adormecido e de repente entra em erupção.
Durante anos tentou acordar e não encontrava motivo para as explosões
Se existe alma gêmea com certeza é você,
Invade meus sonhos e toma conta do meu ser
Realmente você me mordeu.
Sou sua vampirinha e não quero mais te perder.
Não importa de que forma
Nada tem importância, ou melhor, quase nada, pois há algo mais do que importante: você.
Quero fazer um pacto:
Não vamos deixar nada desta e de outras vidas nos separar
Já temos prova de que nem o tempo, com toda sua força, conseguiu nossa memória apagar
Treze anos não são treze dias
Por momento penso como uma eternidade
Mas pela força do que sinto passaram se menos de treze segundos.
Este jogo de palavras interpretados por Mel expressão os sentimentos de Birdy

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Olá,

Desta vez não fiquei tanto tempo sem entrar. É que estou trabalhando bastante e como trabalho direto no computador, às vezes fico cansada de entrar em casa. Mas ontem o motivo foi outro. Havia esquecido a senha. Que sufoco!
Tenho novidades. Comecei a caminhar no Parque todos os dias e estou amando, pois esta atitude tem me trazido inspiração, tanto que decidi não permitir que coloquem o N no meu tesão transformando-o em teNsão.
Muitas vezes estamos tendo um enorme prazer em executar uma tarefa, por exemplo, e ainda falta uma semana para cumprir o prazo e cliente falando toda hora no cumprimento do prazo, neste momento a tensão começa a tomar o espaço do prazer e chega a inibir a criação. Por isso a partir desta semana o lema é: Vamos tirar o N da tensão e trabalharmos todos com muito tesão.
Por hoje fico por aqui. Deixo uma poesia para você e olha, não esqueça: Não permita que coloquem o N no seu tesão.

Beijos no coração,
Com acarinho,
Mel Diniz

O Toque que Toca

(Mel Diniz)

Trago na mente o acorde de uma canção que me faz chegar a ti.
Em segundos o cerrado vira mar e o ouço tocando pra mim
Juntos transformamos a brisa em melodia e tudo se faz canção
Teu toque me encanta e busco um tom para te encantar
Encontro o tom no sorriso que cruza com o brilho do teu olhar
Teu olhar se faz chama e sem querer me impede de respirar
Sem respirar encontro me no inconsciente
Um inconsciente mais do que consciente que te faz presente

Sais pelo mundo a tocar
E imagino me sabendo voar
Sei onde estás.
O corpo fica,
O pensamento voa,
E em segundos me coloco diante de ti
Mais uma vez ouço teu toque
Tocas para mim e me tocas com o teu toque
Com isso meu toque se faz presente
E com ele faço te sentir o tom do meu sentido.

domingo, 5 de setembro de 2010

Bate Papo com o leitor amigo

Ola!

Nossa como estou em falta com meus amigos. Tanto tempo sem entrar, sem postar poesias, sem falar da vida. Estou correndo tanto que não tem sobrado tempo. Quando percebi já havia passado mais de um mês e eu sem dizer um oi. Mau sinal. Não vi o tempo passar. Se não vi é porque não vivi. Que triste! Olho a data da última postagem, 22 de julho de 2010. Poxa! Quantos dias eu fiquei sem viver! Mais de um mês e não percebi. Não vi passar o tempo.
Percebo que quando escrevo dou-me a chance de entrar em mim e enxergar meus sentimentos, enxergar minha pessoa, enxergar o meu ser, enxergar minha alma, enxergar o próximo como meu semelhante. Dou-me a chance de encontrar-me comigo mesma.
Construir o blog foi uma conquista. Era um desejo e foi saciado. Por um momento foi algo inusitado, a Mel mostra seus poemas para o mundo. A Mel descobriu que tem asas e pôs-se a voar. Mas pelo visto Mel não alcançou vôo. Por que será? Voou tão baixo, assim como as galinhas. Mas Mel é uma águia, um ganso selvagem e pode voar muito mais alto que as galinhas. Como abandonamos as nossas conquistas!
O amigo deve achar que estou delirando ao ler que a criação de um blog é uma conquista. Sim é a minha conquista. E é extremamente importante por ser uma conquista. Nós que damos a dimensão e o valor às coisas.
Mas o importante é que voltei a escrever e peço que leia as entrelinhas de nossos bate-papos e até mesmo das poesias, pois sempre há algo que possa ser importante que não coloquei na linha.

Beijos com sabor de poesia.

Não sei se assino Roberta ou Mel, pois este texto tem a Razão da Roberta e emoção de Mel. Já sei...
Beijos com carinho,

RôMel.