(Mel Diniz)
Quantas maravilhas escondidas no Recanto das Letras
O carinho dos leitores nos faz enxergar além das palavras escritas
O poeta sempre expressa sentimento
Por vezes sentimentos de momentos
Mas nem sempre é seu, o sentimento expressado
Muitas vezes escrevo com os olhos vendados
Por não querer enxergar a beleza da vida
Mas não há nada mais lindo do que a própria vida
Estou tecendo estas palavras em forma de versos
Para agradecer os comentários aos meus poemas que exprimem tristeza
Nestes simples versos está literalmente o sentimento do poeta que existe dentro de mim
E foi ele, Marco Rodrigues, que preencheu o vazio que um dia existiu.
Hoje estou cheia de luz, de inspiração e de vida
Nem sempre divulgo poemas novos, a maioria guardava ha meses
Por fim fui incentivada a publicá-los no site,
E hoje, ao ler, chego ficar surpresa e me remeto ao dia que escrevi.
Agradeço a todos, de coração, as palavras de carinho.
Aproveito para dizer a Vânia que ela tem toda razão: é preciso ter fé.
Graças a Deus tenho muita,
Afinal acredito que a fé é que nos sustenta de pé
Vou terminando esta carta rimada deixando um beijo especial
Para todos aqueles que leram e comentaram sobre os poemas:
“Sem Palavras” e “Olhar de ternura”
Vocês foram inspiração para este texto que dou o nome de Carinho.
Ponto de "encontro com as palavras". Vejo neste blog uma maneira diferente de expressar o sentimento, pois o sentimento só tem sentido quando se senti. Trago nas palavras uma forma de sentir o sentimento vindo a dar sentido a ele. Juntanto letras escrevo ficção que muitas vezes vai ao encontro do real. Como diz um poeta amigo, "poesia é a psicografia do sentimento".
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Promessas
(Mel Diniz)
Não venhas tu com falsas declarações
Juras de amor e inúmeras promessas
Não fale mais nada, pois não quero ouvir, quero enxergar as tuas palavras
A única forma de enxergar as palavras é transformá-las em ações
Nada de cobranças
Só quero que digas quem és de verdade
Não esconda, e digas o que sou e sempre fui pra ti
Não pense que vou sofrer com a verdade
Pois o que eu penso ser verdade é que me faz sofrer
Quem é você que aparece quando eu menos espero,
E faz me esquecer que ficastes meses sem se quer dar notícias?
Quem é você que me faz sorrir quando tento te esquecer?
Quem é você que parece adivinhar quando estou disposta a dizer até nunca mais
Penso nesta hipótese e apareces dizendo que estás a chegar?
Não brinque com meus sentimentos
Você diz que tenho ternura de criança
Sabes que és especial, pois conseguistes enxergar a pureza do que sinto por ti.
Pureza não no desejo, mas na verdade que reveste este desejo
Não venhas tu com falsas declarações
Juras de amor e inúmeras promessas
Não fale mais nada, pois não quero ouvir, quero enxergar as tuas palavras
A única forma de enxergar as palavras é transformá-las em ações
Nada de cobranças
Só quero que digas quem és de verdade
Não esconda, e digas o que sou e sempre fui pra ti
Não pense que vou sofrer com a verdade
Pois o que eu penso ser verdade é que me faz sofrer
Quem é você que aparece quando eu menos espero,
E faz me esquecer que ficastes meses sem se quer dar notícias?
Quem é você que me faz sorrir quando tento te esquecer?
Quem é você que parece adivinhar quando estou disposta a dizer até nunca mais
Penso nesta hipótese e apareces dizendo que estás a chegar?
Não brinque com meus sentimentos
Você diz que tenho ternura de criança
Sabes que és especial, pois conseguistes enxergar a pureza do que sinto por ti.
Pureza não no desejo, mas na verdade que reveste este desejo
Prisioneira da Liberdade
(Mel Diniz)
Sinta-se um príncipe diante aos encantamentos da pureza de um sonho
Às vezes sonho que estou a sonhar com um sonho
E neste sonho, sonho que estou a sonhar, está você a me desnudar a alma,
Faço-te rei do meu reino que até então não tinha trono por não haver ninguém que ousasse reinar.
De mansinho entrastes em meu sonho,
Alojou-se no coração do meu ser e se fez rei
Mas não se sente pronto para me reinar
Não me conhecias ao certo e agora que conseguistes entrar no mundo dos meus sonhos Percebestes o quanto sou livre e não tens como me encarcerar
Sentes-te tímido diante da minha liberdade
Minha liberdade é tão livre que te deixa livre para reinar
Mas não se espante. A sensação de liberdade incomoda,
O incomodo impede de flutuar e sem flutuar não há como voar,
Sem voar não saio do lugar e torno-me prisioneira da minha própria liberdade.
Venha meu rei, ocupe seu trono e tire o incomodo dos meus sonhos
Se conseguir, chegue mais perto, me dê a mão e vamos voar.
Sinta-se um príncipe diante aos encantamentos da pureza de um sonho
Às vezes sonho que estou a sonhar com um sonho
E neste sonho, sonho que estou a sonhar, está você a me desnudar a alma,
Faço-te rei do meu reino que até então não tinha trono por não haver ninguém que ousasse reinar.
De mansinho entrastes em meu sonho,
Alojou-se no coração do meu ser e se fez rei
Mas não se sente pronto para me reinar
Não me conhecias ao certo e agora que conseguistes entrar no mundo dos meus sonhos Percebestes o quanto sou livre e não tens como me encarcerar
Sentes-te tímido diante da minha liberdade
Minha liberdade é tão livre que te deixa livre para reinar
Mas não se espante. A sensação de liberdade incomoda,
O incomodo impede de flutuar e sem flutuar não há como voar,
Sem voar não saio do lugar e torno-me prisioneira da minha própria liberdade.
Venha meu rei, ocupe seu trono e tire o incomodo dos meus sonhos
Se conseguir, chegue mais perto, me dê a mão e vamos voar.
domingo, 18 de julho de 2010
Bate Papo com o leitor amigo
Ola!
Você viu que hoje postei dois poemas? Então, estes foram feitos hoje.
Dedico eles à minha inspiração, ou melhor, ao responsável pela minha inspiração. Uma pessoa que acabei de conhecer, na verdade estamos nos conhecendo e olha que já me inspirou poesia.
Um beijão e até amanhã.
Com carinho,
Mel Diniz
Você viu que hoje postei dois poemas? Então, estes foram feitos hoje.
Dedico eles à minha inspiração, ou melhor, ao responsável pela minha inspiração. Uma pessoa que acabei de conhecer, na verdade estamos nos conhecendo e olha que já me inspirou poesia.
Um beijão e até amanhã.
Com carinho,
Mel Diniz
Teu Beijo
(Mel Diniz)
Sinto o doce sabor do teu beijo
Teu beijo sabe a momento
O momento se faz com segundos
E cada segundo se faz um momento
Com isso posso dizer que momentos são ímpares e não se repetem
Logo, se teu beijo sabe a momento, também são ímpares e o sabor não se repete.
Pode se viver momentos parecidos, mas jamais vivemos duas vezes um mesmo momento
Mas preciso comprovar cientificamente esta minha tese
E para isso necessito beijar-te infinitamente há cada segundo
Se mesmo assim eu não conseguir comprovar minha tese
No mínimo terei tentado saciar o desejo de te beijar.
Sinto o doce sabor do teu beijo
Teu beijo sabe a momento
O momento se faz com segundos
E cada segundo se faz um momento
Com isso posso dizer que momentos são ímpares e não se repetem
Logo, se teu beijo sabe a momento, também são ímpares e o sabor não se repete.
Pode se viver momentos parecidos, mas jamais vivemos duas vezes um mesmo momento
Mas preciso comprovar cientificamente esta minha tese
E para isso necessito beijar-te infinitamente há cada segundo
Se mesmo assim eu não conseguir comprovar minha tese
No mínimo terei tentado saciar o desejo de te beijar.
Ausência de você
(Mel Diniz)
Encontro em você a magia das formas
Em você eu encontro a magia das cores
Ao som do melhor do Blues me sinto com você no infinito azul do céu
E no céu danço um tango entre nuvens passageiras
Abro os olhos e não vejo formas, não vejo cores
Ouço o Blues e não vejo o infinito azul do céu,
Onde deveria, entre nuvens passageiras, dançar um tango
Mas ha algo que explica o inexplicável,
Pois as formas, as cores, a música, o céu e as nuvens existem,
Mas só enxergo através de você,
Como não as enxergo é porque me falta você.
Encontro em você a magia das formas
Em você eu encontro a magia das cores
Ao som do melhor do Blues me sinto com você no infinito azul do céu
E no céu danço um tango entre nuvens passageiras
Abro os olhos e não vejo formas, não vejo cores
Ouço o Blues e não vejo o infinito azul do céu,
Onde deveria, entre nuvens passageiras, dançar um tango
Mas ha algo que explica o inexplicável,
Pois as formas, as cores, a música, o céu e as nuvens existem,
Mas só enxergo através de você,
Como não as enxergo é porque me falta você.
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